domingo, 20 de janeiro de 2013






A DOR DO AMOR


NÃO QUERO
A DOR DA IGNORÂNCIA DO AMOR
QUE NÃO SABE QUE AMA
E JULGA SER TUDO BRINCADEIRA.
NÃO QUERO, TÃO POUCO,
A DOR DO AMOR
QUE SABE QUE AMA
E NÃO É AMADO PELA COMPANHEIRA.
NÃO QUERO, NA VERDADE,
DOR ALGUMA.
SEJA ELA QUAL FOR
OU POR QUE RAZÃO SE FAÇA PRESENTE.
QUERO, SIM, A FELICIDADE DE VIVER
E DE VIVER EM PAZ COM O CORAÇÃO,
TRANSFORMANDO EM ALEGRIA
O SOM DE UMA CANÇÃO,
SENTINDO PULSAR, CADA VEZ MAIS,
O RITMO ETERNO DO CORAÇÃO,
AQUELE CORAÇÃO QUE AMA A LIBERDADE,
AQUELE CORAÇÃO QUE JÁ NÃO TEM IDADE,
AQUELE CORAÇÃO QUE VIVE
E SE FAZ FORTE A CADA ENCONTRO.


Somos todos poetas








Existe um poeta em cada um de nós. Existe a vontade de falar daquilo que nos vai n’alma. Existe a inexplicável vontade de admirar um pôr de sol, absorvendo a energia que parece invadir nossa própria vontade. Existem as lágrimas que rolam livres no rosto quando se vê a quem se ama, partindo (não importa se para sempre ou por instantes). Existe a vontade de sorrir para a vida que nos foi dada e saber que assim faremos com que o mundo que nos cerca seja melhor. Mais bonito. Mais humano.

E enquanto existir a emoção, a verdade, as lágrimas tristes ou alegres, o olhar perdido no horizonte como que buscando um novo mundo no futuro, a saudade deixada por quem partiu, o sentimento em toda sua expressão, existirá um poeta para descrever tudo isso. E viver tudo isso. E compartilhar tudo isso. Como que dizendo ao mundo que a esperança existe e sempre existirá porque a poesia da vida não morrerá nunca. E o poeta viverá para sempre.








Jorge Newton

Em breve

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Um abraço
Jorge Newton